O fim de uma bosta de escrita ruim..... Até que enfim!!!
Amigos, o clássico vovô foi sensacional, épico, cardíaco, espetacular, magnífico, e qualquer outro adjetivo que o leitor possa imaginar.
Houve muita confusão do lado de fora, mas isso não é futebol e eu escrevo sobre o esporte em si, não sobre violência...
Vou logo descrever o jogo, que é o que importa. Ressalto que escrevo antes de ver e analisar o video-tape.
Para falar a verdade, eu quase nunca vejo o video-tape, porque ele é burro, como já dizia o Nelson Rodrigues...
Voltemos à partida. O juiz, um tal de Gutemberg, queria porque queria decidir a partida.
Já no primeiro tempo ignorou um pênalti a nosso favor, quando Roger foi nítidamente deslocado dentro da pequena área...
Inventou, na cara dura, um pênalti para o Botafogo, no segundo tempo. Maicossuel, com a bosta da paradinha, fez 1 a 0. Paradinha não... ele passa o pé sobre a bola... ele "finge" bater na bola... o que ´pra mim, é uma "agressão" aos goleiros. Tendo isso ou só a paradinha... bosta!
No minuto seguinte, um jogador do Botafogo corta um cruzamento com a mão, dentro da área.
O tal Gutemberg, firme na sua decisão de favorecer o Botafogo, ignorou solenemente o fato. E na sua frente!! Literalmente não deu porque não quis...
Um pouco depois, completou o serviço: expulsou o zagueiro tricolor Edcarlos.
Eu disse que ele completou o serviço, mas faz-se necessária uma correção: ele achou que havia completado o serviço.
E quem não acharia?
O alvinegro vencia por 1 a 0, e tinha um homem a mais em campo... Ora, o clássico estava meio que - aparentemente - praticamente decidido.
Porém... em mais um momento Rodriguiano... a luz!
Eis que, em jogada individual, o garoto Alan, que havia entrado pouco antes, acertou um chute cruzado da ponta-direita: belo gol que consolidou a trajetória dele no match de hoje: do banco para a glória, amigos, do banco para a glória!
Ainda assim, havia tempo para o Botafogo, com um a mais, conseguir a vitória.
Mas o tempo foi passando e o gol alvinegro não saía.
Eu, na chuva diretamente das azuis, me lembrei da sagrada e correta frase "o último minuto é sempre tricolor".
"Doce, santo e tricolor", completo eu.
Eis que, no sagrado último minuto, acontece uma falta para o Fluminense, na entrada da área.
Na cobrança de falta, Conca desfere o chute fatal: gol do Fluminense, o gol da virada tricolor!
A frase, mais uma vez, se mostrava certa: o último minuto é mesmo pó-de-arroz.
Hoje, quem esteve no Estádio Mário Filho viu e sentiu...
O Botafogo não sabia disso, e acabou perdendo um clássico que estava ganho.
Eis o meu personagem desse sábado: o doce, santo e tricolor último minuto!
Saudações Tricolores!!!
Mais uma vez... ORGULHOSA de não ter ficado em casa e ter estado na chuva, enlouquecida!!!
Priiis


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