Minha Válvula de Escape...

Levava uma vida sossegada... Gostava de sombra e água fresca... Meu Deus quanto tempo eu passei, sem saber!! Foi quando meu pai me disse:: Filha, vc é a ovelha negra da família!! Pois bem... esse meu diário é único!! Meu lugar de desabafo, de conversa, de companhia... Deus me abençoe e me guarde!!

domingo, 29 de março de 2009

O fim de uma bosta de escrita ruim..... Até que enfim!!!

Amigos, o clássico vovô foi sensacional, épico, cardíaco, espetacular, magnífico, e qualquer outro adjetivo que o leitor possa imaginar. Houve muita confusão do lado de fora, mas isso não é futebol e eu escrevo sobre o esporte em si, não sobre violência... Vou logo descrever o jogo, que é o que importa. Ressalto que escrevo antes de ver e analisar o video-tape. Para falar a verdade, eu quase nunca vejo o video-tape, porque ele é burro, como já dizia o Nelson Rodrigues... Voltemos à partida. O juiz, um tal de Gutemberg, queria porque queria decidir a partida. Já no primeiro tempo ignorou um pênalti a nosso favor, quando Roger foi nítidamente deslocado dentro da pequena área... Inventou, na cara dura, um pênalti para o Botafogo, no segundo tempo. Maicossuel, com a bosta da paradinha, fez 1 a 0. Paradinha não... ele passa o pé sobre a bola... ele "finge" bater na bola... o que ´pra mim, é uma "agressão" aos goleiros. Tendo isso ou só a paradinha... bosta! No minuto seguinte, um jogador do Botafogo corta um cruzamento com a mão, dentro da área. O tal Gutemberg, firme na sua decisão de favorecer o Botafogo, ignorou solenemente o fato. E na sua frente!! Literalmente não deu porque não quis... Um pouco depois, completou o serviço: expulsou o zagueiro tricolor Edcarlos. Eu disse que ele completou o serviço, mas faz-se necessária uma correção: ele achou que havia completado o serviço. E quem não acharia? O alvinegro vencia por 1 a 0, e tinha um homem a mais em campo... Ora, o clássico estava meio que - aparentemente - praticamente decidido. Porém... em mais um momento Rodriguiano... a luz! Eis que, em jogada individual, o garoto Alan, que havia entrado pouco antes, acertou um chute cruzado da ponta-direita: belo gol que consolidou a trajetória dele no match de hoje: do banco para a glória, amigos, do banco para a glória! Ainda assim, havia tempo para o Botafogo, com um a mais, conseguir a vitória. Mas o tempo foi passando e o gol alvinegro não saía. Eu, na chuva diretamente das azuis, me lembrei da sagrada e correta frase "o último minuto é sempre tricolor". "Doce, santo e tricolor", completo eu. Eis que, no sagrado último minuto, acontece uma falta para o Fluminense, na entrada da área. Na cobrança de falta, Conca desfere o chute fatal: gol do Fluminense, o gol da virada tricolor! A frase, mais uma vez, se mostrava certa: o último minuto é mesmo pó-de-arroz. Hoje, quem esteve no Estádio Mário Filho viu e sentiu... O Botafogo não sabia disso, e acabou perdendo um clássico que estava ganho. Eis o meu personagem desse sábado: o doce, santo e tricolor último minuto! Saudações Tricolores!!! Mais uma vez... ORGULHOSA de não ter ficado em casa e ter estado na chuva, enlouquecida!!! Priiis

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