Vamos, pra cima FLUZÃO!!
Eis que nos deparamos com as batalhas finais...
Até o presente momento, motivado por uma sintonia gigantesca entre dois gigantes, nosso grande amor trilhou os caminhos da vitória.
Não apenas isso, mas como também levou ao silêncio aqueles que não acreditavam no seu poder de combate.
Porém, assim como acontece em outras situações, extensas trajetórias podem resumir-se a um simples acontecimento e, inevitavelmente, aquilo no que resultar o mesmo...
Entretanto, algo muito especial está em jogo. A guerra na qual estamos inseridos, por si só, já possui tal caráter.
Porém, as batalhas que teremos nos próximos dias podem nortear não apenas o destino da atual, mas um sentimento possessivo atrelado há muito tempo às nossas três cores: a hegemonia.
Sentimento tal que, no campo de batalhas no qual guerreamos, vai bem mais além da acepção da palavra.
Isso porque não lutaremos por algo facilmente mutável ou cotidiano. Lutamos para assegurar algo que gerações inteiras de guerreiros anteriores entregaram-se totalmente para conquistar, sacrificando-se pela honra do magnânimo brasão que carregamos no peito.
Tudo isso sintetizado a alguns minutos, a um misto de possibilidades de emoções opostas dependente, por vezes, de uma milionésima fração de segundo. E a mesma, assim como dita a tendência condicional à qual estamos sujeitos a todo instante, não está ligada ao simples acaso.
Na verdade, está inserida em uma relação intensa de dependência não só com o mais fanático grito, mas também com o mais indiferente brado de incentivo...
Acredite, guerreiro tricolor!
Provemos mais uma vez aos “idiotas da objetividade que podemos fazer a diferença.
Honremos as cores que carregamos, façamos jus àquilo que cantamos, exalemos como nunca aquilo que sentimos por nosso grande amor.
Tornemos-nos uma única voz, um único espírito, atirando eternamente o gigante ao combate.
E àqueles que, por ventura, insinuarem que seremos inferiores a uma absoluta maioria, eu vos digo que "Uma torcida não vale a pena pela sua expressão numérica. Ela vive e influi no destino das batalhas pela força do sentimento.
E a torcida tricolor leva um imperecível estandarte de paixão."
E, aos números utilizados por alguns como argumentos, apenas devo lhes dizer que “Quando o Fluminense precisa de números, acontece o suave milagre: os tricolores vivos, doentes e mortos aparecem. Os vivos saem de suas casas, os doentes de suas camas e os mortos de suas tumbas."
A profecia, escrita 40 minutos antes do nada, já previa o espetáculo quantitativo e qualitativo que está por vir!
Amanhã... maraca lotado... espetáculo garantido...
Beeijo e me liga... amanhã tô no maraca ; )


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